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Seguro de condomínio: o que é obrigatório

A lei exige seguro para o condomínio, mas o mínimo obrigatório cobre menos do que a maioria dos síndicos imagina. Entenda o que entra e o que falta.

LPM Seguros. Publicado em 6 de outubro de 2026. Leitura de 2 min.

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Sim, o seguro de condomínio é obrigatório. A legislação brasileira determina que a edificação seja segurada contra risco de incêndio ou destruição, total ou parcial. O que quase ninguém comenta é que esse mínimo obrigatório cobre bem menos do que a maioria dos condomínios precisa.

Se você é síndico ou trabalha em administradora, esta é a diferença que importa.

O que o obrigatório cobre

A cobertura exigida por lei trata da destruição da edificação, principalmente por incêndio. É uma proteção de catástrofe, pensada para a situação extrema.

O problema é que a maior parte dos acionamentos em condomínio não é catástrofe. É vazamento, é queda de equipamento, é dano elétrico, é acidente com terceiro dentro da área comum.

O que costuma ser contratado além

As apólices de condomínio costumam incluir coberturas adicionais que respondem pela rotina real do prédio. Danos elétricos, vazamento e alagamento, quebra de vidros, responsabilidade civil do condomínio, roubo de bens das áreas comuns e equipamentos como portões, elevadores e bombas.

Existem também as assistências, que na prática são muito usadas: encanador, eletricista, chaveiro e desentupimento para as áreas comuns.

Quem contrata e quem paga

A contratação é responsabilidade do condomínio, normalmente conduzida pelo síndico com a administradora. O custo entra no rateio das unidades.

Vale registrar um ponto que gera dúvida com frequência: o seguro do condomínio protege a edificação e as áreas comuns. Ele não substitui o seguro do apartamento de cada morador, que responde pelo conteúdo e pela responsabilidade individual de cada unidade.

O que olhar antes de renovar

Três coisas resolvem a maior parte dos problemas. Primeiro, se o valor segurado da edificação está atualizado, porque construção que valia um valor há cinco anos não vale o mesmo hoje. Segundo, se as coberturas adicionais acompanham o que o prédio realmente tem, como elevador, portão automático, piscina ou salão de festas. Terceiro, se a responsabilidade civil está dimensionada, porque é ela que responde quando alguém se machuca na área comum.

A LPM faz a análise da apólice atual do condomínio e aponta o que está defasado, sem compromisso. Atendemos condomínios em todo o Brasil. Conversar sobre meu condomínio

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